Quando eu comecei a usar internet, há quase dez anos atrás, minha maior ocupação por aqui foram as salas de bate-papo. Evolução natural – acredito eu – migrei para as listas de discussão sobre assuntos do meu interesse e posteriormente para as redes sociais.
Com a experiência de usuária percebi que da mesma forma que eu comprava ideias e conceitos, também compraria produtos. Foi então, que na primeira oportunidade, utilizei uma das redes profissionalmente, para divulgar um evento de azeite, inédito no país até então.
Foi através dela que encontrei palestrantes para o ExpoAzeite. Também foi por lá, que criei e expandi a lista de pessoas que voluntariamente divulgaram o evento. Era a mídia perfeita: você poderia encontrar qualquer nicho de mercado já devidamente catalogado e ‘ativo’.
Claro que falando assim, parece a coisa mais simples do mundo, não é. É sim, um trabalho de formiguinha: você precisa estabelecer contato com as pessoas, elas precisam confiar no que você está fazendo e, esperar que elas espontaneamente, se juntem à sua causa. O resultado foi muito bom. Em apenas dois meses de ação, conseguimos a presença de mais de 350 pessoas, vindas diretamente dos contatos pela internet (isso incluia as listas de discussão, as redes sociais, as indicações, recados personzalidos, parcerias em sites, enfim…).
Atualmente, muito se tem falado de mídias sociais e como utiliza-las corretamente. Como podemos medir o trabalho desenvolvido? Isso é super importante para corrigir as rotas, aproveitar ondas e criar RELACIONAMENTO!
E eis aí a grande questão: nós publicitários sempre nos lamentamos muito por causa das interferências que os meios de comunicação para chegar até os prospects causavam distorção. Esta é a nossa chance de nos comunicarmos diretamente com eles. E fica mais fácil, porque nós também utilizamos estas ferramentas.
Sem soluções mágicas, resolvi abrir este espaço para podermos compartilhar experiências, dúvidas e quem sabe, encontrarmos soluções para os pequenos percalços deste bravo novo mundo.
Bem vindos!
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