Um dos grandes problemas dos profissionais de agência é o tempo.
A menos que ele esteja constantemente alocado em frente ao computador sem telefone, a probabilidade é que a otimização de tempo não dê conta de tudo que precisa ser feito cotidianamente.
Sou uma dessas pessoas, que foco tanto nos jobs que acabo deixando de lado os outros projetos – como tocar este blog, por exemplo. Prova disto é que desde abril de 2011 não fazia uma postagem.
Minha organização é simples: vou tirando da frente! Evito ao máximo deixar a caixa de entrada com coisas pendentes e coloco tudo em pastinhas pra facilitar na hora de procurar a informação posteriormente.
Chegou PIT novo? Entra na fila. Vamos fechar primeiro os que já estão rolando. Em produção executiva, sempre temos tempo de organizar os jobs. Basta usar um sistema e segui-lo fielmente. Não adianta usar um por dia. Crie o seu próprio e seja leal a ele. Qualquer metodologia funciona, desde que você e ela se encaixem.
No meu cotidiano, após chegar um novo job, tenho que planejar a sua forma de execução – o que com a prática se torna rápido. Aí lanço e-mails para os fornecedores que precisarei, pedindo orçamentos e especificando minhas necessidades [bem PORMENORIZADAMENTE, para evitar confusões]. Depois de enviar os e-mails, ligo, para esclarecer qualquer dúvida que tenha ficado. Então, espero as respostas. E enquanto espero as respostas do job A, vou fazendo o mesmo com o job B. Quando recebo os orçamentos é só jogar no modelo de planilha que utilizo, com todas as variáveis e liberar para o atendimento.
Até aí, tudo simples. A grande sacada é tocar 10 jobs diferentes por dia, com constantes alterações e renegociações… Pra isso, vai além da técnica organizacional. É preciso ter jogo de cintura e ser sociável, senão seu cotidiano fica um inferno.
Uma dica é re-explicar o briefing para o atendimento logo após o recebimento da demanda. Se der tempo, registre em e-mail para facilitar posteriores dúvidas.
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